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Greatek ENGINEERING AS A SERVICE
GREATEK × VEZEEL GROUP
GREATEK × VEZEEL GROUP — BRASIL, 2026

Engineering
as a Service.

Soluções tecnológicas que automatizam as operações de redes de fibra e redes móveis.

FTTH / FTTx Redes móveis Automação
APRESENTAÇÃO EXECUTIVA
GREATEK + VEZEEL GROUP
01 / 11
ROLE PARA CONTINUAR
Nosso posicionamento

Somos uma empresa de engenharia de rede que cria soluções para os próprios desafios operacionais. O que oferecemos é tecnologia com engenharia aplicada.

23 anos em redes reais

Cada automação nasce de um problema que resolvemos primeiro à mão, em campo e no escritório.

Soluções inteligentes

Tecnologia que se adequa às regras do cliente — normas, capacidades, nomenclaturas — são o núcleo da solução, não um parâmetro.

Responsáveis pelo resultado

O compromisso é com a entrega de engenharia aplicada e sua qualidade com ganho de eficiência.

Trajetória

A experiência que desenvolve inteligência operacional e comercial.

23+
anos de engenharia em redes de operadora
18+
países com projetos executados
2
unidades: engenharia e plataforma
30+
anos da Greatek no mercado brasileiro
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2
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4

Engenharia de campo e de projeto FTTH/FTTx para operadoras na América Latina.

Operação multipaís: 18+ países, times locais e padrões homogêneos. Diversas empresas no mundo com ganho de eficiência operacional.

Documentação de planta, normalização, digitalização e automação em escala com inteligência de rede.

Aliança com a Greatek para levar a suíte completa ao mercado brasileiro.

Referências

Onde já entregamos.

Operadoras Tier 1

Grupos multipaís

Engenharia FTTH de alto volume: designações, projeto e digitalização de planta com times dedicados e SLA mensal.

Redes móveis

Gestão de sites em operação real

Gestão do ciclo de vida de sites e implementação do SFN Mobile em operação real.

Redes neutras

Múltiplas operações regionais

Serviços de engenharia e documentação de rede coordenados sobre várias operações regionais.

ISPs e grupos regionais

Estruturas enxutas

Plataforma e automações adaptadas a estruturas de operação mais enxutas.

Claro Tigo American Tower Ufinet Charter Nokia Open Fiber Telecom Argentina Movistar Flux ON·NET Fibra Claro Tigo American Tower Ufinet Charter Nokia Open Fiber Telecom Argentina Movistar Flux ON·NET Fibra
Nossa abordagem

Engenharia como Serviço (EaaS).

O cliente contrata resultado de engenharia — projetos, documentação, automações — e a tecnologia vem incluída.

01

Engenharia

Adotamos as normas, nomenclaturas e critérios do cliente como especificação do serviço.

02

Automação

Transformamos essas regras em software próprio: motores de projeto, validação e roteamento.

03

Melhoria contínua

Nosso time continua aprimorando a solução junto aos times que executam, com SLA, indicadores e evidência.

O ponto de partida

O que trava hoje uma operação de fibra.

Viabilidade lenta
A resposta sobre viabilidade técnica ao time de vendas demora dias, perdendo oportunidades comerciais.
TAT campo → documentação
O tempo entre a execução em campo e a atualização da documentação é longo, dificultando decisões em tempo real.
Documentação fragmentada
Planta documentada em fontes e critérios diferentes, sem uma versão única confiável.
Qualidade das terceirizadas
A verificação por amostragem deixa passar desvios que são pagos depois, em obra e retrabalho.
Campo desconectado
O técnico decide sem dados, e o dado de campo demora dias para chegar ao sistema.
Projeto manual
Sem visualização integrada da capacidade real de ocupação, dificultando expansão e alocação de recursos.

Nenhum desses problemas se resolve comprando um software. Resolvem-se com engenharia aplicada e soluções inteligentes, customizadas sobre as normas do cliente.

Portfólio

Mapa de soluções de rede.

Todas customizadas, automatizadas e inteligentes — organizadas em três frentes: projetar, documentar e operar.

SFN — Smart Fiber Network  ·  SMN — SFN Mobile  ·  plataforma unificada de dados de rede, APIs e integrações
Fluxos de valor

O que muda, passo a passo, na operação.

Cada fluxo percorre um processo real da operadora — do gatilho ao resultado — e mostra o que automatizamos em cada etapa, com qual informação e o que a operação ganha. As capturas correspondem a implantações em produção.

Fluxo 01

Expansão de rede: de zona candidata a rede operacional

A operadora precisa decidir onde investir e com qual custo, sem colocar uma equipe de campo em cada zona candidata. Este fluxo vai do polígono que o cliente marca até a rede construída, documentada e em operação — com a engenharia automatizada no meio.

GatilhoPlano de expansão, zona candidata ou solicitação comercial
O cliente forneceÁrea a avaliar e sua norma de engenharia
EntregávelDemanda estimada, anteprojeto, quantitativo de materiais e custo por zona
Áreas envolvidasPlanejamento, Engenharia, Expansão e Operações
01
Entrada do cliente

Definição da área a avaliar

O cliente marca a zona candidata — um município, um bairro, um polígono ou uma lista de áreas a comparar. Sobre esse perímetro define-se o objetivo de cobertura e o critério de avaliação.

EntraPolígono, município ou lista de zonas candidatas
SaiÁrea normalizada e setorizada, pronta para análise
Valor para a operação

A discussão de expansão começa com um escopo explícito e comparável entre zonas, em vez de uma intuição por região.

Escopo definido em minutos · sem visita prévia
Definição da área a avaliar Caso real · setorização do município e foco sobre a área candidata
02
Mercado e regulação

Cruzamento com dados de mercado e concorrência

Antes de projetar qualquer coisa, a zona é confrontada com os acessos declarados ao regulador — móvel e banda larga fixa, por município, tecnologia e empresa — e com os dados do censo demográfico. Ali se vê quanta demanda potencial existe, quem já opera e com qual tecnologia se concorre.

EntraAcessos do regulador e censo demográfico, atualização mensal
SaiPenetração, concorrência e demanda não atendida por zona
Valor para a operação

O investimento é priorizado por retorno antes de gastar uma hora de engenharia: projeta-se só o que vale a pena projetar.

Ranking de zonas por retorno · antes de projetar
Cruzamento com dados de mercado e concorrência Caso real Brasil · carga mensal de acessos do regulador (Anatel SMP/SCM), cruzada com o censo (IBGE)
03
Solução 02 · Anteprojeto por imagem de satélite

Cálculo de demanda sobre imagem de satélite

Sobre as zonas já priorizadas, um modelo de detecção identifica telhados e edificações na imagem de satélite e os distribui por quadra real, a partir do traçado das ruas. Retorna unidades potenciais, densidade e tipo de zona.

EntraImagem de satélite, camada de ruas e tipo de zona
SaiContagem de unidades e demanda estimada por quadra
Valor para a operação

Dimensionar o mercado deixa de depender de uma equipe em campo: sem diárias, sem clima e sem esperar a janela de levantamento.

De levantamento em campo → a estimativa no mesmo dia
Cálculo de demanda sobre imagem de satélite Caso real · detecção automática de lotes e telhados sobre o polígono carregado
04
Infraestrutura de terceiros

Importação de postes e infraestrutura disponível

Incorpora-se o cadastro de postes da distribuidora de energia e a infraestrutura publicada disponível na área, para que o projeto se apoie no que já existe e não em um lançamento teórico.

EntraCadastro de postes da distribuidora e infraestrutura pública
SaiCamada de apoio apta para lançamento aéreo, georreferenciada
Valor para a operação

O custo da implantação é calculado sobre infraestrutura real disponível: menos obra civil, menos licenças e um CAPEX que resiste à revisão de compras.

CAPEX sobre infraestrutura existente · não sobre suposições
Importação de postes e infraestrutura disponível Caso real · importação em massa do cadastro de postes da distribuidora na área de estudo
05
Solução 01 · Projeto GPON automático

Projeto automático da rede e quantitativo de materiais

Sobre demanda e infraestrutura, o motor gera o anteprojeto aplicando as normas de engenharia do cliente: traçado, áreas de cobertura, caixas, splitters, balanço óptico e nomenclatura. Daí saem o quantitativo de materiais e o custo estimado da zona.

EntraDemanda + postes + norma de engenharia do cliente
SaiAnteprojeto, lista de materiais (BOM) e custo estimado
Valor para a operação

Cada zona é orçada com o mesmo critério de engenharia, em horas e sem consumir a agenda da equipe de projetistas.

De semanas de projetista → a horas de processo
Projeto automático da rede e quantitativo de materiais Caso real · traçado, áreas de cobertura e designação automática de elementos
06
Solução 09 · SFN · Rede operacional

A rede construída, documentada e em operação

Terminada a obra, a rede não volta para uma pasta de CAD: vive na plataforma. Consulta de elementos, ocupação de fibras, rotas ponta a ponta e status real, disponível para a equipe de operações e para o técnico em campo.

EntraRede construída e documentação as-built
SaiRede consultável, com ocupação e rastreabilidade ponta a ponta
Valor para a operação

O mesmo dado que projetou a rede a opera: ampliações, manutenção e ativações de serviço se resolvem sobre informação viva, não sobre plantas desatualizadas.

Da planta estática → ao ativo que opera e se amplia
A rede construída, documentada e em operação Caso real · rede implantada e consultável, com detalhe de elemento e ocupação de fibras
Resultado do fluxo

Decidir onde investir deixa de ser um projeto em si.

A operadora passa de avaliar as zonas que a equipe consegue cobrir para avaliar todas as que precisa — com o mesmo critério de engenharia, o mesmo nível de detalhe de custos e um dado que depois opera a rede.

De semanas a dias
O ciclo completo de avaliação de uma zona nova, do pedido até o número orçado.
Sem levantamento prévio
O campo é usado para validar e executar, não mais para estimar se a zona vale a pena.
Um único critério
Todas as zonas são projetadas e custeadas com a mesma norma, auditável projeto por projeto.
Escala sem ampliar a equipe
O volume de zonas avaliadas por mês deixa de estar atrelado ao tamanho da equipe de projetistas.
Fluxo 02

Caminhos de fibra: do pedido ponta a ponta ao caminho confirmado

Um cliente corporativo pede um enlace e a resposta depende de duas ou três pessoas que conhecem a planta de memória. Este fluxo automatiza a busca de caminhos disponíveis entre dois elementos da rede e devolve as cinco melhores alternativas, ranqueadas com os critérios de engenharia da própria operadora.

GatilhoPedido de serviço corporativo, enlace ponta a ponta ou ampliação
O cliente forneceSua rede documentada e os critérios de engenharia da sua norma
EntregávelCinco caminhos ranqueados, comparáveis no mapa e documentados
Áreas envolvidasEngenharia, Provisionamento, Comercial corporativo e Operações
01
Entrada do pedido

Origem e destino sobre a rede documentada

O usuário escolhe as duas pontas do enlace sobre a rede já documentada — caixas de emenda, cabeceiras, nós ou o cliente final. Não é preciso conhecer a planta de memória: o motor a percorre por ele.

EntraElemento de origem e elemento de destino da rede
SaiConsulta disparada sobre a rede vigente, sem trabalho prévio
Valor para a operação

O pedido deixa de precisar de um especialista para começar: qualquer analista de provisionamento pode iniciar a busca.

De um pedido por especialista → a um pedido por analista
Origem e destino sobre a rede documentada Caso real · seleção de origem e destino sobre a rede documentada
02
Motor de roteamento

Cinco caminhos, ranqueados pela norma do cliente

O motor percorre a rede e devolve os cinco melhores caminhos, pontuados com os critérios que a norma da operadora define: distância, capacidade disponível em cada cabo, atenuação acumulada, emendas, sobreposição com outros serviços, infraestrutura aérea ou subterrânea e cabos existentes ou projetados.

EntraRede documentada + critérios de engenharia do cliente
SaiCinco caminhos com pontuação, distância, atenuação e emendas
Valor para a operação

O critério de decisão fica escrito na norma e não na memória de duas pessoas: cada busca se resolve igual, não importa quem a faça.

De dias de análise manual → a minutos de processo
Cinco caminhos, ranqueados pela norma do cliente Caso real · ranking dos cinco melhores caminhos com pontuação, distância, atenuação e emendas
03
Visualização GIS

As alternativas, comparáveis no mapa

Cada caminho é desenhado no mapa em uma cor distinta, com suas emendas e segmentos. O usuário compara percursos reais — não linhas de uma tabela — e entende em segundos por que o motor priorizou um sobre o outro.

EntraOs caminhos calculados sobre a rede e o GIS
SaiComparação visual das alternativas e seu percurso real
Valor para a operação

A decisão pode ser defendida perante a engenharia e o cliente: vê-se o que foi escolhido, o que foi descartado e a que custo.

Cinco alternativas comparáveis → em vez de uma única opção
As alternativas, comparáveis no mapa Caso real · alternativas destacadas sobre o GIS, com seu percurso e suas emendas
04
Controle de viabilidade

Validação contra o status real do cabo

O caminho é revisado por modelo de cabo: quais trechos estão construídos, quais são de terceiros ou compartilhados e quais ainda estão projetados por um projeto de engenharia em andamento. A viabilidade deixa de ser uma suposição.

EntraStatus e propriedade de cada trecho do traçado
SaiCaminho validado, com seus trechos de risco identificados
Valor para a operação

Evita-se comprometer uma data sobre trechos que ainda não existem ou que dependem da disponibilidade de um terceiro.

O caminho é validado contra a rede real · não contra a planta
Validação contra o status real do cabo Caso real · o caminho escolhido por status do cabo: construído, de terceiro, compartilhado ou projetado
05
Solução 09 · SFN · Plataforma

A decisão fica documentada na plataforma

O caminho escolhido é marcado, documentado e fica disponível para o resto da operação: provisionamento, engenharia e a equipe comercial trabalham sobre o mesmo resultado, com sua pontuação e suas premissas.

EntraCaminho selecionado e sua justificativa técnica
SaiDecisão rastreável, disponível para provisionamento e engenharia
Valor para a operação

Menor time-to-service corporativo e melhor uso da fibra instalada: ocupa-se capacidade existente em vez de projetar lançamento novo.

Menor time-to-service · melhor uso da capacidade instalada
A decisão fica documentada na plataforma Caso real · o módulo de rastreabilidade dentro da plataforma de rede
Resultado do fluxo

A fibra que já está instalada começa a render.

A operadora responde pedidos corporativos no mesmo dia, com um caminho defensável e rastreável, sem depender de quem está disponível naquela semana nem de quanto lembra da planta.

De dias a minutos
O tempo entre o pedido corporativo e o caminho confirmado, com o mesmo nível de análise.
Sem gargalo
A busca deixa de depender das duas ou três pessoas que conhecem a planta de memória.
Melhor uso da rede
Prioriza-se o caminho que aproveita capacidade já instalada antes de projetar obra nova.
Decisão rastreável
Cada caminho fica documentado com sua pontuação, suas premissas e as alternativas descartadas.
Como contratar

Duas formas de trabalhar conosco.

Projeto / EaaS

Serviço de engenharia gerenciado

Volume mensal comprometido com SLA, indicadores e time dedicado. A tecnologia vai incluída no serviço. Projetos específicos sobre as normas e sistemas do cliente, executados com direção de engenharia.

SaaS + Horas de DEV

Plataforma com automação sob medida

SFN ou SMN como assinatura, com os módulos de que a operação precisa e crescimento por etapas.

Como um projeto começa
Fase 0
Diagnóstico

Workshop técnico sobre normas, fontes de dados e processos atuais. Saída: escopo e linha de base.

Fase 1
Piloto

Uma área ou uma regional delimitada. Saída: resultados medidos contra a linha de base.

Fase 2
Escala

Extensão regional com volume comprometido e SLA. Saída: operação em regime.

Fase 3
Continuidade

Novas automações sobre a base já normalizada e em operação.

Garantia executiva — risco zero

Comprove em 30 dias, com dados reais.

POC gratuita · 30 dias · sem compromisso

O risco é da Greatek.

Começamos com uma prova de conceito de 30 dias, sem custo, para validar a solução com dados reais da própria operação. Se os indicadores definidos não forem atingidos, você não contrata o projeto completo.

Antes
Métricas

Definição conjunta dos KPIs de sucesso: redução de SLA, viabilidades sem engenharia e tempo de resposta.

Dias 1–5
Implantação

SFN implantado com dados reais. Onboarding de pré-vendas e engenheiro. A operação não para.

Dias 6–30
Operação real

Pré-vendas usa TRACE. Engenheiro avalia exceções. Gerentes de conta usam PULSE em obra.

Dia 30
Resultados

Resultados confrontados com as métricas definidas antes do início.

Próximos passos

Vamos começar pelo diagnóstico.

01

Workshop técnico conjunto para levantar normas, fontes de documentação e volumes atuais.

02

Seleção de um caso de alto impacto para o piloto — normalmente normalização ou projeto automático.

03

Proposta com escopo, indicadores e modelo comercial local através da Greatek.