Engineering
as a Service.
Soluções tecnológicas que automatizam as operações de redes de fibra e redes móveis.
GREATEK + VEZEEL GROUP
ROLE PARA CONTINUAR
Somos uma empresa de engenharia de rede que cria soluções para os próprios desafios operacionais. O que oferecemos é tecnologia com engenharia aplicada.
23 anos em redes reais
Cada automação nasce de um problema que resolvemos primeiro à mão, em campo e no escritório.
Soluções inteligentes
Tecnologia que se adequa às regras do cliente — normas, capacidades, nomenclaturas — são o núcleo da solução, não um parâmetro.
Responsáveis pelo resultado
O compromisso é com a entrega de engenharia aplicada e sua qualidade com ganho de eficiência.
A experiência que desenvolve inteligência operacional e comercial.
Engenharia de campo e de projeto FTTH/FTTx para operadoras na América Latina.
Operação multipaís: 18+ países, times locais e padrões homogêneos. Diversas empresas no mundo com ganho de eficiência operacional.
Documentação de planta, normalização, digitalização e automação em escala com inteligência de rede.
Aliança com a Greatek para levar a suíte completa ao mercado brasileiro.
Onde já entregamos.
Grupos multipaís
Engenharia FTTH de alto volume: designações, projeto e digitalização de planta com times dedicados e SLA mensal.
Gestão de sites em operação real
Gestão do ciclo de vida de sites e implementação do SFN Mobile em operação real.
Múltiplas operações regionais
Serviços de engenharia e documentação de rede coordenados sobre várias operações regionais.
Estruturas enxutas
Plataforma e automações adaptadas a estruturas de operação mais enxutas.
Engenharia como Serviço (EaaS).
O cliente contrata resultado de engenharia — projetos, documentação, automações — e a tecnologia vem incluída.
Engenharia
Adotamos as normas, nomenclaturas e critérios do cliente como especificação do serviço.
Automação
Transformamos essas regras em software próprio: motores de projeto, validação e roteamento.
Melhoria contínua
Nosso time continua aprimorando a solução junto aos times que executam, com SLA, indicadores e evidência.
O que trava hoje uma operação de fibra.
Nenhum desses problemas se resolve comprando um software. Resolvem-se com engenharia aplicada e soluções inteligentes, customizadas sobre as normas do cliente.
Mapa de soluções de rede.
Todas customizadas, automatizadas e inteligentes — organizadas em três frentes: projetar, documentar e operar.
O que muda, passo a passo, na operação.
Cada fluxo percorre um processo real da operadora — do gatilho ao resultado — e mostra o que automatizamos em cada etapa, com qual informação e o que a operação ganha. As capturas correspondem a implantações em produção.
Expansão de rede: de zona candidata a rede operacional
A operadora precisa decidir onde investir e com qual custo, sem colocar uma equipe de campo em cada zona candidata. Este fluxo vai do polígono que o cliente marca até a rede construída, documentada e em operação — com a engenharia automatizada no meio.
Definição da área a avaliar
O cliente marca a zona candidata — um município, um bairro, um polígono ou uma lista de áreas a comparar. Sobre esse perímetro define-se o objetivo de cobertura e o critério de avaliação.
A discussão de expansão começa com um escopo explícito e comparável entre zonas, em vez de uma intuição por região.
Cruzamento com dados de mercado e concorrência
Antes de projetar qualquer coisa, a zona é confrontada com os acessos declarados ao regulador — móvel e banda larga fixa, por município, tecnologia e empresa — e com os dados do censo demográfico. Ali se vê quanta demanda potencial existe, quem já opera e com qual tecnologia se concorre.
O investimento é priorizado por retorno antes de gastar uma hora de engenharia: projeta-se só o que vale a pena projetar.
Cálculo de demanda sobre imagem de satélite
Sobre as zonas já priorizadas, um modelo de detecção identifica telhados e edificações na imagem de satélite e os distribui por quadra real, a partir do traçado das ruas. Retorna unidades potenciais, densidade e tipo de zona.
Dimensionar o mercado deixa de depender de uma equipe em campo: sem diárias, sem clima e sem esperar a janela de levantamento.
Importação de postes e infraestrutura disponível
Incorpora-se o cadastro de postes da distribuidora de energia e a infraestrutura publicada disponível na área, para que o projeto se apoie no que já existe e não em um lançamento teórico.
O custo da implantação é calculado sobre infraestrutura real disponível: menos obra civil, menos licenças e um CAPEX que resiste à revisão de compras.
Projeto automático da rede e quantitativo de materiais
Sobre demanda e infraestrutura, o motor gera o anteprojeto aplicando as normas de engenharia do cliente: traçado, áreas de cobertura, caixas, splitters, balanço óptico e nomenclatura. Daí saem o quantitativo de materiais e o custo estimado da zona.
Cada zona é orçada com o mesmo critério de engenharia, em horas e sem consumir a agenda da equipe de projetistas.
A rede construída, documentada e em operação
Terminada a obra, a rede não volta para uma pasta de CAD: vive na plataforma. Consulta de elementos, ocupação de fibras, rotas ponta a ponta e status real, disponível para a equipe de operações e para o técnico em campo.
O mesmo dado que projetou a rede a opera: ampliações, manutenção e ativações de serviço se resolvem sobre informação viva, não sobre plantas desatualizadas.
Decidir onde investir deixa de ser um projeto em si.
A operadora passa de avaliar as zonas que a equipe consegue cobrir para avaliar todas as que precisa — com o mesmo critério de engenharia, o mesmo nível de detalhe de custos e um dado que depois opera a rede.
Caminhos de fibra: do pedido ponta a ponta ao caminho confirmado
Um cliente corporativo pede um enlace e a resposta depende de duas ou três pessoas que conhecem a planta de memória. Este fluxo automatiza a busca de caminhos disponíveis entre dois elementos da rede e devolve as cinco melhores alternativas, ranqueadas com os critérios de engenharia da própria operadora.
Origem e destino sobre a rede documentada
O usuário escolhe as duas pontas do enlace sobre a rede já documentada — caixas de emenda, cabeceiras, nós ou o cliente final. Não é preciso conhecer a planta de memória: o motor a percorre por ele.
O pedido deixa de precisar de um especialista para começar: qualquer analista de provisionamento pode iniciar a busca.
Cinco caminhos, ranqueados pela norma do cliente
O motor percorre a rede e devolve os cinco melhores caminhos, pontuados com os critérios que a norma da operadora define: distância, capacidade disponível em cada cabo, atenuação acumulada, emendas, sobreposição com outros serviços, infraestrutura aérea ou subterrânea e cabos existentes ou projetados.
O critério de decisão fica escrito na norma e não na memória de duas pessoas: cada busca se resolve igual, não importa quem a faça.
As alternativas, comparáveis no mapa
Cada caminho é desenhado no mapa em uma cor distinta, com suas emendas e segmentos. O usuário compara percursos reais — não linhas de uma tabela — e entende em segundos por que o motor priorizou um sobre o outro.
A decisão pode ser defendida perante a engenharia e o cliente: vê-se o que foi escolhido, o que foi descartado e a que custo.
Validação contra o status real do cabo
O caminho é revisado por modelo de cabo: quais trechos estão construídos, quais são de terceiros ou compartilhados e quais ainda estão projetados por um projeto de engenharia em andamento. A viabilidade deixa de ser uma suposição.
Evita-se comprometer uma data sobre trechos que ainda não existem ou que dependem da disponibilidade de um terceiro.
A decisão fica documentada na plataforma
O caminho escolhido é marcado, documentado e fica disponível para o resto da operação: provisionamento, engenharia e a equipe comercial trabalham sobre o mesmo resultado, com sua pontuação e suas premissas.
Menor time-to-service corporativo e melhor uso da fibra instalada: ocupa-se capacidade existente em vez de projetar lançamento novo.
A fibra que já está instalada começa a render.
A operadora responde pedidos corporativos no mesmo dia, com um caminho defensável e rastreável, sem depender de quem está disponível naquela semana nem de quanto lembra da planta.
Duas formas de trabalhar conosco.
Serviço de engenharia gerenciado
Volume mensal comprometido com SLA, indicadores e time dedicado. A tecnologia vai incluída no serviço. Projetos específicos sobre as normas e sistemas do cliente, executados com direção de engenharia.
Plataforma com automação sob medida
SFN ou SMN como assinatura, com os módulos de que a operação precisa e crescimento por etapas.
Diagnóstico
Workshop técnico sobre normas, fontes de dados e processos atuais. Saída: escopo e linha de base.
Piloto
Uma área ou uma regional delimitada. Saída: resultados medidos contra a linha de base.
Escala
Extensão regional com volume comprometido e SLA. Saída: operação em regime.
Continuidade
Novas automações sobre a base já normalizada e em operação.
Comprove em 30 dias, com dados reais.
O risco é da Greatek.
Começamos com uma prova de conceito de 30 dias, sem custo, para validar a solução com dados reais da própria operação. Se os indicadores definidos não forem atingidos, você não contrata o projeto completo.
Métricas
Definição conjunta dos KPIs de sucesso: redução de SLA, viabilidades sem engenharia e tempo de resposta.
Implantação
SFN implantado com dados reais. Onboarding de pré-vendas e engenheiro. A operação não para.
Operação real
Pré-vendas usa TRACE. Engenheiro avalia exceções. Gerentes de conta usam PULSE em obra.
Resultados
Resultados confrontados com as métricas definidas antes do início.
Vamos começar pelo diagnóstico.
Workshop técnico conjunto para levantar normas, fontes de documentação e volumes atuais.
Seleção de um caso de alto impacto para o piloto — normalmente normalização ou projeto automático.
Proposta com escopo, indicadores e modelo comercial local através da Greatek.